CACIO MURILO

Atacama

No Atacama cada horizonte era um deslumbre. As paisagens se desdobravam como visões de outro mundo, onde a luz do sol dançava sobre texturas e revelava tons secretos da terra. Vulcões imensos contrastavam com planícies que pareciam não ter fim, uma paleta viva, como se criada pelas mãos de um artista em estado de contemplação. Estar ali, com a câmera nas mãos e o coração aberto, foi um privilégio raro. Era como se o tempo desacelerasse, permitindo apenas olhar, respirar e fotografar.

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